Tenho AIDS, mas sou feliz
A subjetividade infantil, a AIDS e as respostas
César Ernesto Abadía-Barrero; Larissa Costa da Mata; Joana Souto Guimarães Araújo
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Sobre esta obra
A pergunta central deste livro de pesquisa etnográfica é como é crescer vivendo e convivendo com o HIV/AIDS em São Paulo, considerando as respostas bem-sucedidas que o Brasil deu à epidemia. Os avanços terapêuticos para o controle da doença e o sucesso dos programas de cuidados médicos no país foram acompanhados por múltiplos desafios sociais, já que não se esperava que aqueles nascidos infectados chegassem à adolescência e à idade adulta. O estigma e a discriminação, o direito à educação, o poder imposto pelos cuidados médicos, o apoio às famílias versus a criação de instituições para o cuidado de crianças, a comunicação diante do diagnóstico e tratamento, e a sexualidade são alguns dos temas abordados no livro. Embora o livro esteja enquadrado na antropologia da saúde, ele é destinado a um público amplo das ciências sociais e humanas, bem como das ciências da saúde.Um dos desenvolvimentos centrais do livro baseia-se no paradoxo "doenças da pobreza-respostas privilegiadas".