Historiografia da Revolução Científica
Alexandre Koyré, Thomas Kuhn e Steven Shapin
Francismary Alves da Silva
Licencia de minería de texto y datos
Esta publicación no tiene una declaración de licencia TDM (minería de texto y datos) registrada. La editorial titular puede declararla desde su cuenta en SIMEH; quedará publicada aquí con fecha y hora certificadas.
Formatos
| Formato | ISBN | Recordreference | DOI | Año |
|---|---|---|---|---|
| Impreso | — | SIMEHPRINTF8CBCEIIIB8BDD7F6F4D | — | 2015 |
Sobre esta obra
Por muito tempo, a expressão revolução científica foi sinônimo de história da ciência. Gradativamente, os historiadores da ciência abandonaram essa sinonímia e se tornaram mais críticos quanto à própria ideia de constituição da ciência como um fenômeno revolucionário, no início da modernidade, além de passarem a ter uma percepção muito mais diversificada da história da ciência. De certo modo, concluirá a historiografia da ciência, a revolução científica não foi apenas o principal mote nos primórdios da escrita da história da ciência, foi uma espécie de mito fundador a orientar a constituição dessa disciplina. Portanto, abordar as diferentes possibilidades desenvolvidas pela historiografia da revolução científica – tal como a autora realiza, neste estudo, por meio das obras de Alexandre Koyré (1892-1964), Thomas Kuhn (1922-1996) e Steven Shapin (1943) – permite nos compreender não apenas como se estabeleceu essa associação e dissociação entre as expressões revolução científica e história da ciência, mas também possibilita-nos entender como o desenvolvimento da disciplina história da ciência se estabeleceu. Neste momento em que o interesse e as pesquisas nessa área se avolumam significativamente, este livro tem muito a contribuir.